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Dezembro, mas de Natal.

Foto do escritor: Pastor Sidney RobertoPastor Sidney Roberto

Ual, chegamos em dezembro de 2018. Como passa rápido. Dia desses estávamos iniciando mais um ano, planejando um monte de coisas (alguns sequer saíram do papel e outras que nem imaginávamos foram colocadas em prática). Passa rápido esse nosso tempo.

O que mais nos chama atenção neste mês? As luzes? A correria de quem ainda sequer ganhou o dinheiro que já está gastando? O dia mais longo devido ao horário de verão?

Alguns poucos já intensificam seus pensamentos em direção ao verdadeiro sentido do natal, o nascimento de Jesus Cristo.

Então, deixando de lado a maneira como geralmente pensamos o natal, exploremos a necessidade real dele.

Defendo a ideia de que a queda do homem ocorreu num intervalo extremamente curto de tempo após Deus ter dito que o homem não comesse do “fruto proibido”. Para mim, nós, seres humanos, não temos como tomarmos decisões acertadas por si só sem buscarmos a orientação de Deus. Quando pudemos decidir, erramos.

Sendo assim, a história do natal é parte, não o ápice, da saga do nosso criador em busca dos que Ele tanto amava.

A queda do homem significou viver separado de Deus. Isso é uma condenação. Literalmente é a morte. E essa morte gera mais morte. Morte eterna.

O natal, momento em que celebramos o nascimento do Messias (salvador) Jesus Cristo é um marco de esperança.

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