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Entrar ou não na cabana?

 

"A Cabana" foi um livro escrito por William P. Young e que se tornou "best seller", sendo livro por milhões de pessoas em todo o mundo. Semana passada o livro virou filme. E, obviamente, eu que havia lido o livro, fui assistir ao filme.

 

Primeiramente, quero lembrar que o livro é um romance, ou seja, partiu de uma história que misturou experiências do autor com uma imaginação bem fértil. O livro fala do relacionamento de um homem (Mackenzie) e seu Deus, depois de perder a filha pequena tragicamente. Li o livro e assisti ao filme como um romance.

 

O filme não é teologicamente correto em todas as suas explicações. Confesso que não vi todos os ?chifres? que diversos colegas assinaram em centenas de críticas ao livro/filme.

Mas, preciso alerta los que alguns aspectos são até mesmo heréticos, mas, fáceis de serem detectados por qualquer estudioso da Bíblia. Lá vai: um deus com uma falta de autoridade aparente, dentro da perspectiva do autor de um deus mais imanente (que se manifesta ao homem) do que transcendente (além deste mundo), ou mais parecido com o que conhecemos de humano do que propriamente divino. Também temos um diálogo "espirita", que me deixou incomodado. Lembrando a todos que, biblicamente, não há qualquer possibilidade do homem se comunicar com os mortos (a parábola do Rico e do Lazaro nos lembra disso). Há também o problema do universalismo, onde deus dá a entender que todos serão salvos, pois todos são chamados de filhos. Essa questão do universalismo sempre existiu no meio do cristianismo, como uma maneira de amenizar o juízo de Deus. Não podemos incorrer neste erro. Há outras observações que vejo como menores e não quero me tornar enfadonho.

Mas, o filme me deixou com raiva? De maneira alguma. O livro me serviu para uma reflexão teológica. O filme me serviu de lazer. Entrei na sala de cinema com o livro na cabeça. Isso me ajudou a lembrar que tratava se de um romance.

Neste prisma me vi edificado, lembrando da parte boa do filme, refletindo que tenho um Deus que cuida de mim, que deseja se relacionar como um papai, que ensina, disciplina e está presente nos momentos mais difíceis.

 

Fui e não indico e muito menos deixo de indicar. Não serei eu o "sensor", neste caso, desnecessário, na vida de ninguém. Também não estou sendo indeciso. Apenas não estou aumentando a questão, como vejo diversos colegas fazendo na internet. Mas, vai um grande alerta: peço que levem a Bíblia na cabeça e não reproduzam qualquer ensinamento equivocado. Não se deixem levar apenas pelas emoções. Sejam bem racionais na crítica do filme, assim como os "bereanos" foram quando receberam o próprio evangelho.

 

Do seu pastor, Sidney Roberto.

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